O Brasil despedaçado

Se todos estivessem lutando por uma Pátria amada, estariam todos unidos por uma só causa, o amor ao próximo. Isso não está nem de longe passando pelas pessoas, pois os discursos são de ódio, individualismo, razão absoluta, colocando em pauta o que ouvem falar, muitos sem vivência nenhuma, repetindo um barulho que vem da desinformação, do diz que me diz, da fofoca, dos interesses pessoais, do status, da aparência, da falsidade. 

Estamos descortinando quem é quem. O preconceito, o racismo, a intolerância estão se disseminando como um vírus avassalador. A porta do armário abriu para o descaramento, a falta de educação e de respeito ao próximo. ”Amigos” se perdendo por opiniões divergentes, não há conversa, há briga – alguém tem que ganhar. Todos têm a verdade, argumentos cruéis; alguns nem sabem a verdade, mas disseminam mesmo assim. 

As comparações estão ficando cada vez mais pesadas, o mau está tomando conta; para, o ódio nunca venceu. Para que haja transformação são necessários união, respeito e amor. Queremos um País melhor para todos, não para mim, para você ou para um grupo. O Brasil é para todos, temos um futuro, mas se o povo continuar buscando guerra, é guerra que teremos. 

Vamos levantar a bandeira da paz, falar de forma agressiva só mostra a sua verdade, não a do povo. Se você acha que sua posição social ou política é melhor do que a do outro, se cale, porque se expondo está sendo igual ou pior do que seu político de estimação. Ao fim de tudo isso, sairá um vencedor, mas não será você. A vida dele mudará, vai atingir seu ideal? e você, será contemplado com o que, o ego? E quem se perdeu nessa briga, será que vai valer a pena? 

Estamos diante de um duelo. Se não houver sanidade por parte do nosso povo, todos vamos perder. Não adianta gritar nas redes sociais por um País com mais qualidade com base  nas velhas promessas que já sabemos de cor e salteado: Emprego, educação, saúde, segurança e transporte. A maioria que grita paga convênio médico, mora em condomínio, paga escola para os filhos até a formação superior e não pega condução. É muita hipocrisia.  

Vamos olhar para o próximo como gente, nem todo mundo não estudou porque não quis. Ninguém passa fome porque quer, mora sem infraestrutura por opção. Pense como humano, ajude quem precisa, dessa forma sim sua vida terá mais sentido. A discriminação divide, determina lugar. Se desejamos um País melhor, que a mudança comece por nós.   

Cadê a música popular brasileira?

A música brasileira, está perdendo há muito tempo, um time incomparável de artistas que fizeram nossa história. Quem nunca parou pra cantar e lembrar de momentos com Tim Maia, Renato Russo, Cazuza, Gonzaguinha, Elis Regina, Raul Seixas, Belchior, e agora recentemente, Luis Melodia? Será que até hoje não nasceu mais nenhum talento como eles? Nossa música hoje se resume em sertanejo e funk?  

 O que vemos são cantores solos ou bandas que cantam divinamente em inglês ! Pasmem !! Pedem coisas novas, músicas com mensagens, de qualidade, bra si lei ra. Se o cantor gravar uma ou outra música em outra língua, nada de errado, mas não me diga que quer novos talentos para a MPB que cante em inglês. Se tirarmos os funks e sertanejos da mídia, acabou a música brasileira. Não há mais artistas de qualidade como antes, não há mais um Cazuza que marcou época. Hoje o que vale é o que rende mais, essa de qualidade é jogada de markueting de alguns para não morrer na praia.  

Muitas de nossas rádios sobrevivem com músicas antigas. Por onde andam nossos Osvaldos(Montenegro), chicos, Nandos, Caetanos, Djavans, Gisl e Betânias? Quando teremos de volta nossos Cazuzas, Renatos, chorãos(CBJr), Tims e afins? Porquê nosso Rock in Rio só temos músicos Norte americanos e da nossa música aché e pouco do pop e Rock daqui? Como sediamos um evento como esse e não temos artistas para mostrar. Será que realmente não temos uns tantos escondidos, mas não encontram a oportunidade, falta um olhar, uma aposta, naquilo que temos de mais lindo na música. A melodia da MPB, as letras que encantam, a empatia do artista com o público não pela performance exibicionista, mas pela qualidade.  

 Parece brincadeira lançar artista. Vem a figura num programa de televisão, conta uma historinha, chora e arrebenta com uma verdadeira porcaria de música, e some. E assim segue. E o artista com música boa, com mensagens, será que realmente não tem? Talvez esse seja difícil de fazer sucesso num país onde a vulgaridade é que ta na boca desses jovens que estão crescendo e aprendendo como destratar uma mulher. Falam que a televisão inverte valores, mostra coisas erradas etc. e tal. Mas e a música atual que toca nas rádios mais idiotas do planeta, não ajudam na formação, na conduta de quem ouve? Os ouvintes são constrangidos pelos “locutores” ao vivo, passam por idiotas por uma audiência mais insana que já vi. 

É, resta-nos a saudade de um tempo em que a cultura era coisa séria. Ouvíamos músicas junto com nossos filhos sem medo de influenciar ao errado. Hoje, crianças cantam e dançam, (gestos obscenos) com aprovação dos adultos, toca em programas de TV, alguns até a equipe participa. Festas que tocam essas músicas, não temos nada novo para mostrar, estamos a mercê de um povo que não quer talento, querem rendimentos. Nós, nos contentamos com nossos cds e vinis antigos, assim abafa um pouco a falta de qualidade a qual somos obrigados a conviver, já que, há alguns anos só temos dois ritmos na música popular brasileira. Triste. 

Vidas em chamas

Se as pessoas soubessem que grande parte dos  maus sentimentos e estagnação da vida é concedido 

por nós mesmos, teríamos uma população bem mais resolvida. Mas não é o que se vê, ao contrário disso, me deparo todos os dias com situações de puro conflito, tristeza, mágoas, que poderiam ser resolvidos com uma terapia interna, ou seja; olhar para dentro de si. Isso ninguém faz, é muito mais fácil de aceitar os nãos, julgando ser culpa do outro, nunca sua. Isso porque se tem a falsa impressão de achar que jamais faria isso consigo mesmo, mas faz a todo instante. 

Se você reclama o tempo todo que não consegue nada na sua vida, já foi em busca mesmo? Já tentou mudar alguma coisa em você para que conquiste aquilo? Já parou pra pensar se está vivendo a vida que queria, ou está vivendo a vida do outro? Sua felicidade é mesmo essa, ou você se faz de feliz para que te vejam assim? Quantas vezes por dia agradece a tudo o que recebe todos os dias, ou acha que nada acontece, apenas vive todos os dias as mesmas coisas? Está cuidando da sua vida direitinho, preocupando-se de fato com o seu caminho, ou está mais preocupado em acabar com a vida do outro, se dar bem sem medir o sofrimento que se causa no outro? É assim que deseja suas conquistas? 

Veja bem, quantos são os problemas que o próprio ser causa a si mesmo, mas não se da conta disso, não acha que está prejudicando a própria vida, acha que está sendo esperto, inteligente, perspicaz, e ainda se orgulha disso. Pobre pessoa, não percebe que o mau é só pra si mesmo, acha que está vendo “o circo pegar fogo” mas não enxerga que a sua vida está em chamas. É a maldade, inveja, intriga, raiva, insatisfação, colocando fogo na humanidade , trazendo os piores sentimentos pra dentro da alma, estragando e estagnando a própria vida. 

Dedique mais tempo a você, coloque-se como a pessoa mais importante a ser analisada e julgada, estudada, admirada, orgulhosa de você mesma. Se as pessoas no mundo passassem a ter mais tempo para cuidar de si e ter mais compaixão, não haveria tanto desamor, tanto ódio, tantos transtornos psicológicos, tanta competição e tanta traição. Nunca se conquistou nada no ódio, como é que então hoje se acredita tanto nisso? Onde foi que tudo isso começou? Quais são os valores de hoje, eles ainda existem? Eu acho que não, se tudo está do jeito que cada um quer, os valores se foram, e com eles a moral e a capacidade de amar também. 

Quando as mulheres enlouquecem

Nós mulheres temos um pouco de loucura e um pouco de razão. Certo que na maioria das vezes usamos mais a loucura, ou não?

Às vezes nos vemos obrigadas a usar um pouco de loucura para sermos respeitadas e ouvidas, fomos criadas para ser mãe, mulher e dona de casa, mas isso já passou, faz tempo. Hoje dividimos as contas, os afazeres domésticos e até o cuidado com os filhos, como podemos ser as mesmas tendo tantas responsabilidades? Mas será que a mulher é vista com capacidade maior ou igual a dos homens? Em muitos lugares sim. Mas nem tudo conspira a nosso favor.

Em pleno séc. XXI ainda ouvimos dos machistas palavras como: “Lugar de mulher é na cozinha” ou no trânsito: “Só podia ser mulher”. Pois bem, se lugar de mulher é na cozinha porque cada vez mais tem homens arregaçando as mangas para fazer os menus? Acho que tem algo errado nesses pensamentos retrógados. Ou ainda, no trânsito. Somos cuidadosas, tanto é que o maior número de acidentes fatais acontece nas mãos de homens.

Como precisamos colocar nossa loucura em prática… são tantas as situações. Impor respeito não é uma tarefa fácil, inclusive nos assédios que sofremos, ainda. Não somos objetos de satisfação de um homem, somos, antes de mais nada seres humanos, temos sentimentos, valores e um enorme desejo de ser entendida. Nossos atos nem sempre nos definem como gostaríamos que fosse, mas nesse mundo cheio de exigências, acaba por nos tornar loucas. Precisamos ter posturas um pouco masculinas, falar, exigir, das as cartas, para termos respeito e voz. E assim conseguimos conquistar nosso lugar.

Então precisamos da nossa loucura, desse descontrole. Só assim garantimos os nossos passos, cada degrau que subimos é uma vitória. Sexo frágil? Não, somos vitoriosas e muito fortes!

Fale sobre você (exemplo de post)

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Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

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