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A autora Maristela Prado, formada em Letras, revisora de textos, biógrafa, crítica literária, casada, dois filhos adultos. Meu sonho era ser jornalista mas o destino mudou meus planos e, para não ficar longe da escrita, fui cursar a Faculdade de Letras. Mas a vida me trouxe um marido jornalista e hoje também uma filha jornalista. Para mim a escrita sempre foi a maneira mais marcante da comunicação, é através dela que conseguimos transmitir mensagens capazes de eternizar um fato ou sentimento. As letras me fascinam.

Precisa-se de gênios

Se você precisa de emprego, prepare-se, pois estão em busca de pessoas extremamente capacitadas, não basta apenas ter formação superior, é necessário ser pós-graduado, ter cursos complementares, saber de otimização, hardware, no mínimo inglês fluente; se souber outra língua, melhor ainda; experiência e, por fim, indicação.

Espera, tem algo de muito errado aí. Num país onde se paga imposto pra tudo, não há o menor interesse em investir na educação. Aliás, esta sempre esteve em segundo plano, e quem quiser bom estudo tem que pagar, mas a grande massa não tem como pagar. Universidades caras, ter morado fora; isso para poucos. Como falta oportunidade diante de tantas exigências, quem pode ter experiência?

Estamos diante de uma controvérsia. As empresas precisam do profissional, mas exigem demais de pessoas que necessitam de um trabalho. Se não tem dinheiro, não tem como pagar um curso, faculdade ou qualquer coisa que seja. Portanto, precisa do trabalho para ter qualificação e evoluir.

De outro lado, porém, a pessoa estuda, investe, se qualifica e o que é oferecido não cobre nem metade do tanto que fez e se esforçou para se tornar um profissional respeitado. O que está errado?

O Brasil é o país do futuro há mais de quinhentos anos, até hoje esse futuro escapa pelas mãos, pela ganância de uns, interesses de outros. Quando nossos jovens terão oportunidade? Se não conseguem emprego, nunca terão a experiência desejada.

Para sermos um país de primeiro mundo precisamos dar valor ao que interessa, dar dignidade ao povo, educação de qualidade, saúde para todos, não pagar entre inúmeros planos que só desfalcam mais o salário. Um país onde o salário mínimo não paga nem pra morar, muito menos pra estudar e comer.

Primeiro mundo é, antes de mais nada, valorizar o povo da sua nação, dar qualidade de vida e segurança, em tudo o que uma pessoa necessita. O povo não precisa de promessas, palavras e sorrisos amarelos, o povo precisa de um lugar para morar, comida na mesa, escola para todos e saúde sem precisar de terceiros.

O governo não precisa olhar pro próprio umbigo e pensar no núcleo, precisa olhar pra fora e melhorar a qualidade de vida de todos. Um povo sem qualidade de vida não tem o que oferecer, não tem como olhar para o futuro.

Precisamos de trabalho, de respeito. Gênios, não temos nem no poder, que dirá nas cadeiras de empresas que não olham para os olhos de seus candidatos; principalmente em tempos de trabalho remoto, quando a seleção é apenas mais um currículo, no qual um robô responde para te dispensar antes mesmo de te conhecer.

Precisamos, sim, de pessoas geniais, mas para saber reconhecer que atrás daquele currículo existe uma pessoa necessitando daquela vaga, não para exibir, mas para sobreviver.

Hipócrita ou falso?

Afinal, o que é ser hipócrita? É igual a falso? Sim, mas a palavra hipócrita é um substantivo feminino e masculino, falso é adjetivo, mas remetem ao mesmo sentido: dissimulado, fingi ser o que não é, ter qualidades que não tem, esconde. Você conhece alguém assim?

O pior lado da hipocrisia é você saber que o que a pessoa fala, ou até defende, é totalmente contrário às suas atitudes. Digamos que está apenas colocando uma máscara para esconder suas reais intenções.

Estamos em pleno momento hipócrita, são tantas as situações, pessoas que falam com profundo sentimento, mas que na verdade são só palavras bonitas, impressiona, toca fundo, mais nada. Tem até aquele que chora, fala em nome de Deus, prega, mas não faz.

Mas também existe o falso, o adjetivo mais usado. Você já foi falso um dia, pelo uma vez já disse algo que não achava, mas para não ser indelicado usou a falsidade. Dizem que tem a inveja boa, então tem também a falsidade boa, se é que podemos chamar assim.

Um dia alguém te pergunta: ‘estou bonita(o)’? e não está, aquele dia não agradou, mas você gosta muito daquela pessoa, o que você fala?

É pra pensar né? Que situação, mas se for só pra não desanimar o outro tá tudo bem, é falsidade boa. Ou ainda, vai jantar na casa da sua melhor amiga, a comida não tá lá essas coisas, mas ela te pergunta, ‘gostou’? E aí, vai responder o que se não tá nem aguentando comer?

Pois é, aí você não está sendo hipócrita, só uma pouquinho falsa, mas tá valendo, é pro bem. Então não adianta apontar o dedo para o hipócrita, você também já foi um dia, mesmo que tenha sido por uma boa causa; se é que tem uma boa causa.

Essa história de hipócrita e falso é bem complicada, mas que na verdade é difícil de engolir, principalmente quando se sabe que o hipócrita é falso, ou os dois juntos. A verdade é que o ser humano sempre teve o lado ruim, um pouco de sobrevivência, um pouco de maldade, um pouco de jogo de cintura, um tanto de saber viver. Mas é falso ou hipócrita?

E então, conte uma vez que foi hipócrita por amor. Será que existe isso?

Você leva a vida ou a vida te leva?

O que é a vida? Essa é uma reflexão e tanto. Se parar para pensar não sabemos nada, apenas os acontecimentos que passamos ao longo dos anos. Mas espera, como começa a vida? Nascemos numa família; seja ela biológica ou adotiva, aprendemos a conviver e amar aquelas pessoas, nosso corpo cresce, se transforma. Chamamos de pai e mãe, confiamos e acreditamos a quem fomos predestinados. Fazemos amigos, conhecemos milhares de pessoas ao longo da vida, algumas se tornam amigos para sempre, outras simplesmente passam.

Nem todas lembramos mais, outras ficam na memória para sempre; de algumas sentimos raiva, indiferença; de outras, gostamos tanto que nem sabemos por quê. E no meio disso tudo encontramos alguém que escolhemos para amar, no meio de tantas outras pessoas, mas é aquele(a) que queremos.

Somos almas que viemos para nos reencontrar e viver mais uma vida de desafios, alegrias e tristezas, uma gangorra de emoções e dúvidas. Nunca sabemos se estamos certos ou errados, mas uma coisa é certa, sabemos o que é amar. E ao sentir o amor desfrutamos do melhor que somos, do maior sentimento que o ser humano pode viver, a verdadeira essência da vida.

Embora tudo isso seja muito complexo, e ainda temos muito o que aprender, somos energia, e essa não engana, mas o homem ainda não entendeu. Não adianta falar, se o que você faz não condiz com o que fala. Não adianta o sorriso no rosto, se a sua energia amarela o repuxar da boca, o olhar que não tem sentimento, o abraço que não tem energia. O amor não está ali.

Mas por que nos enganamos tanto com as pessoas se sabemos que estão mentindo? Certamente porque nos deixamos enganar, agimos no faz de conta da vida para não nos machucar, mas assim estamos nos punindo, vivendo uma vida que não se quer, deixando com que as coisas aconteçam numa falsa ideia de que aquilo vai passar, vai mudar, vai ficar tudo bem, mas não vai, já não anda tudo bem.

Quando a vida te leva é porque você não tem o controle, mas a intuição te informa o tempo todo, é o vai não vai. Mas você não ouve, não acredita, não segue, mesmo sabendo que não devia, vai e faz. Nos enganamos o tempo todo, o medo de mudar, de tomar a rédea da própria vida; que na maioria das vezes é o que precisa para ser feliz, ficar estagnado, não muda nada.

Toda mudança começa em você, não adianta querer mudar o mundo a sua volta se você não mudar. O primeiro passo é sempre nosso, não espere que alguém faça por você, esse alguém está dentro de você. Arranque-o com toda sua força, seja corajoso com a vida, ela está aí para te mostrar o que você pode fazer. Não se esqueça, somos almas vivendo essa passagem, não estamos aqui para ser o que não queremos, estamos vivendo para aprender a ser o que ninguém nos ensinou, dono da própria vida.

Cancelado

A moda é: “Cancelado”. Uma única palavra para expressar um desacordo, um não gostei. Falando em linguagem oficial, a opinião está cada vez mais intolerante, seja no racismo, preconceito social, homofobia e xenofobia, entre tantas outras. Vivemos um mundo cruel, onde pessoas usam as redes sociais para intimidar ou até mesmo destruir a carreira de um famoso, apenas por uma posição diante de um assunto que venha desagradar um seguidor. Pior que isso, leva outras pessoas a seguirem seu cancelamento, levando, muitas vezes, a pessoa atingida a perder patrocínios e até viver no isolamento.

É uma forma de punição, mas qual a intenção disso? Claramente fazer com que a pessoa se redima à postura tomada, e mais uma vez a questão é: a opinião não é aceita de forma alguma, ou é como eu quero ou cancelo. Muitos desses famosos são impedidos de levar sua vida naturalmente depois disso, já que patrocinadores não querem seus nomes envolvidos em escândalos, um problema que pode ser temporário ou não, causando prejuízos à carreira, apenas por se posicionar.

Não existe mais a liberdade de expressão, nos tornamos prisioneiros da sociedade, ou nos calamos ou corremos o risco de não sermos mais aceitos. Escolhas tornaram-se um risco, viver no online é muito mais perigoso do que pensávamos. Ao mesmo tempo que traz um mundo inteiro para suas mãos, pode destruir sua vida em segundos, tudo pode acabar.

Pagamos um preço alto pela evolução tecnológica, exposição, dados antes sigilosos hoje são facilmente encontrados por qualquer um. Pior que tudo, chega-se ao topo, mas pode-se despencar em poucos minutos.

Não use a crueldade para satisfazer o seu ego, amanhã pode ser você despencando pelo ego de outra pessoa, que também não te aceita, e vai te cancelar.

A vida vai passar

Temos dia e hora para nascer, temos dia e hora para morrer. E assim é a vida, uns vem para uma grande estadia, outros em pouco tempo se vão, mas todos com um propósito a cumprir, uma missão que pode ser de sofrimento ou de glórias, mas ninguém passa ileso pelos percalços da vida. Para conhecer a felicidade é preciso passar pela infelicidade, para a bonança é preciso passar pela escassez e assim por diante.
Estamos em constante aprendizado, quando chega o fim aprendemos ou não. A verdade é que todos temos um fim, e sabemos disso, mas quem se prepara para o fim? A tristeza de perder alguém é imensa, não sabemos lidar com a morte, mas precisamos aprender.
O desapego da presença é o que mais nos faz sofrer, por isso é tão importante dar um beijo, mostrar amor, falar te amo, nunca se sabe quando será a última vez. Reconhecer as virtudes, não só os defeitos, conversar, rir e viver intensamente.
Dizem que a vida passa rápido, mas enquanto estamos aqui sejamos boas pessoas, vamos deixar um legado de amor, de bons exemplos. O que fica é o que fomos, e se formos do bem só deixaremos boas lembranças.
Não se apegue demais às coisas, elas ficam, não são suas. Dê mais valor à sua família, eles são de verdade, o amor que se tem, faça o melhor que pode, esse é o único amor que levará pela eternidade.

E ainda não acabou

Há um ano e três meses vivemos um verdadeiro caos. Enquanto assistimos países sem mortes, sem máscaras, voltando a uma vida normal de liberdade, dignidade e sanidade, principalmente, nós ainda contabilizamos mortos e esperamos uma solução para que a população seja vacinada em massa. Já é tempo de voltarmos a fazer planos, de concretizar, de cada um de nós respirar o novo mundo.

Chega de notícias de mortes; queremos as notícias de vida; chega de não ter solução, queremos as soluções e justiça. Um país como o Brasil, de um povo alegre, acolhedor, não combina com esse massacre que estamos vivendo, nem a tristeza nem a falta de esperança.

Estamos no meio de um turbilhão de problemas de saúde, de economia, de história de um país onde a alegria e a esperança sempre moveram esse povo. Mas enterraram junto com essa pandemia tudo o que de melhor tínhamos, a alegria.

Agora procuram-se culpados pelo vírus, pela economia, pelo desemprego, pela tristeza. Mas quem é o culpado? O mundo, o país, a humanidade, a ganância, a doença dos tempos. Poder. Eu, você, quem é?

Há muito tempo o homem deixou de pensar no coletivo e passou a olhar apenas para o próprio umbigo, tudo se foi, estragaram tudo. O que sobrou? Brigas por tudo, por lado, pelo certo e pelo errado, pela divisão. E isso vai solucionar o quê? Não é possível que todos não queiram a mesma coisa.

Se houvesse um mínimo de empatia entre as pessoas, a união se faria presente e todos receberiam a mesma coisa, a solução. Mas não, resolveram que o achismo e defender seu lado é a solução, apenas ter o gostinho da vitória. Nem sempre a suposta vitória é o melhor.

Nós queremos que tudo isso acabe, que possamos sim sair e deixar de saber todos os dias quantos mortos teve. Quero que chegue logo o dia em que a notícia do dia seja, “Acabou a pandemia”, mas junto com isso o ser humano também terá que mudar. Enquanto isso viveremos à espera de um fim que nunca chegará, simplesmente porque o humano se recusa a compreender que seu tempo de disputas e poder acabou por aqui.

Olhe para frente, para os lados, para trás, compreenda que o mundo não gira em torno de você, não está sozinho, sem você todos vivem muito bem. O mundo foi feito por pessoas, muitas pessoas, para viverem em comunhão, uns ajudar os outros, mas isso se findou, e hoje mora a arrogância, o preconceito, a superioridade. Enquanto isso persistir seremos sugados pelo redemoinho do fim. Acredito que não é o que queremos.

Dor no corpo e na alma

Nossos sentimentos são peça-chave na saúde física e mental. Muitas vezes passamos por problemas que nem sempre sabemos lidar, é quando as dores aparecem. Por isso precisamos dar muita importância em nosso comportamento diário diante das situações, pois elas refletem em nossa saúde.

O medo, tão conhecido, é um dos sentimentos mais comuns e perigosos que carregamos, paralisa a pessoa sem dar chance de refletir, e foi isso que levou tantas pessoas a adoecerem, não só no físico, mas também no mental.

Depois de tantas recomendações de cuidados para evitar o contágio pelo vírus, o medo de sair de casa, de encontrar pessoas; algumas até com medo de encostar, medo de morrer. O transtorno aconteceu.

O corpo dói, a mente cria, o sentimento cresce e o inevitável chega. É preciso entender que somos capazes de controlar nossos sentimentos e não permitir que sejamos controlados por sentimentos destruidores, que por vezes nem deveriam estar presentes.

Por isso é tão importante ter a mente saudável, assistir filmes e programas que nos tragam boas mensagens, ouvir música e ler, conversar, ter a mente ocupada com pensamentos bons e positivos. É uma forma de se manter equilibrado e livre de tudo aquilo que te carrega para baixo e, consequentemente, te adoece. Pense mais em você, mas sem medo.

Amor sem fronteiras

As diferenças sempre existiram, mas quando se trata de sexualidade o preconceito aparece. Já falei em outros textos sobre estarmos no século XXI e ainda existir tanta dificuldade em aceitação, seja de opinião, modo de vida, escolhas; onde está inserida a sexualidade. Qual o problema de uma pessoa se sentir feminino ou masculino? Alguém já ouviu falar que amor só existe entre gêneros diferentes?

Antes de mais nada, existe uma pessoa naquela pele, sente medo, vergonha, uma confusão enorme dentro de si. Muitas vezes essa aceitação, antes de tudo, é difícil para a própria pessoa, que não se sente um homem ou uma mulher dentro daquele corpo, mas isso não é levado em conta quando o assunto é apontar o dedo e julgar.

Se há pessoas que mudam o gênero, há também quem mude muitos outros comportamentos mais controversos e que não chegam a causar um sentimento tão danoso quanto o ódio. Agora, pergunto, o que leva um ser a sentir ódio por uma escolha que não é sua? Qual o prejuízo que um desconhecido causa na vida alheia pela sua escolha?

O amor existe entre pessoas, amar é um sentimento, não uma imposição, tanto que se fala que o amor não se escolhe, o amor é cego; só para gêneros diferentes? Desconheço essa regra.

Como defendo sempre o respeito, não poderia ser diferente nesse assunto. Não concordo com violência, com humilhação seja qual for o motivo, seja o feminicídio, o homossexualismo, racismo, religião ou qualquer outra situação que constrange uma pessoa, ou que chegue ao extremo de matar. Não, isso não é tolerável.

Essas pessoas têm família, têm vida e devem ser respeitadas. Se você não aceita, tudo bem, é seu direito, mas não julgue, não sinta ódio, pois você não sabe o que aquela pessoa já passou ou ainda passa por não ser como os outros esperam. Uma atitude mal pensada pode acabar num grande problema, que talvez nem sequer vai saber o tamanho da tragédia que provocou.

Quantas coisas não aceitamos e convivemos mesmo assim? Como não respeitar uma escolha se ela não é sua? Todos nós temos as nossas próprias escolhas. Então leve pra sua vida aquele ditado: “Não faça para os outros o que não gostaria que fizessem com você”. Respeite e será respeitado.

Para tanto, serve como lição, uma frase do escritor português José Saramago:

 “Se antes de cada ato nosso, nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar.”

Se não for verdade, nem fale

Estamos envolvidos em tantas mentiras que está cada vez mais difícil acreditar nas pessoas. Em nossa vida cotidiana, encontramos desafios que chegam a complicar algumas relações.

A verdade se tornou rara, quase um luxo. Burlam com falsas mensagens, falsos e-mails, depoimentos que nos chegam como verdades, mas são falsos, pessoas que te traem e pareciam amigos, relacionamentos traídos, aparências falsas. Em quem e em que acreditar?

Ainda não temos essa resposta, apenas devemos ficar atentos ao que nos chega, e em como as pessoas reagem diante das situações. A verdade deveria ser natural na vida, mas o ser humano aprendeu a mentir tanto que se tornou um meio de vida, alguns até brincam de estragar a vida dos outros. Roubar dados, enganar, como se fosse uma esperteza propagar o mau.

Não acredito em falas bonitas sem atitude, nada se concretiza se não for materializado. Não adiantam promessas, vantagens, pois se não houver verdade, nada acontecerá. A verdade só existe quando há boa intenção, a vontade de fazer; essa vem de dentro do coração, não da boca pra fora, e a gente sente, ah! se sente.

Por isso, na próxima vez que pensar em enganar alguém com mentiras superficiais, lembre-se que você até pode enganar, mas é só uma vez, na próxima até pode ser verdade, mas não terá mais a credibilidade.