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A autora Maristela Prado, formada em Letras, revisora de textos, biógrafa, crítica literária, casada, dois filhos adultos. Meu sonho era ser jornalista mas o destino mudou meus planos e, para não ficar longe da escrita, fui cursar a Faculdade de Letras. Mas a vida me trouxe um marido jornalista e hoje também uma filha jornalista. Para mim a escrita sempre foi a maneira mais marcante da comunicação, é através dela que conseguimos transmitir mensagens capazes de eternizar um fato ou sentimento. As letras me fascinam.

Tá difícil pra você?

Depois de algumas semanas sem publicar nada, hoje estou de volta. São tantos os assuntos para abordar que por vezes fico sem saber de qual falar. Bom, mas como estamos vivendo mais um momento difícil, não posso deixar de observar em como o ser humano está se comportando diante de tantas proibições, afastamento e o medo, que passou a fazer parte da vida sem pedir permissão para entrar.

Por um lado, podemos enxergar a fragilidade da situação e, principalmente, de nós. Ao mesmo tempo em que achamos que somos protagonistas da nossa vida nos pegamos lutando por alguma coisa que não sabemos bem o que, e o porquê queremos, e se é isso mesmo o que queremos. Confuso né? Não muito, na verdade vivemos numa eterna espera sem saber do que. Será que é de o tempo passar? Afinal, crescemos e somos jogados na vida para estudar, trabalhar e vencer. Vencer o quê? Os anos, o próximo, a si mesmo, a vida?

Não sei, mas agora mesmo estamos esperando que tudo isso passe o mais rápido possível, como era no ano passado. Estamos esperando exatamente a mesma coisa no mesmo tempo. Mas lá em cima eu disse, também, da fragilidade da situação, ora ela está no pico ora na cor amarela, laranja, vermelha e por aí vai. Afinal, estamos vivendo um arco-íris de cores escuras ou estamos em outro planeta e não nos avisaram?

Quanto tempo mais saberemos viver nesse sobe e desce de cores, esperança e medo sem prejudicar a saúde mental? Como conseguir segurar os laços que nos uniam antes se não podemos nos ver, abraçar e unir novamente? Será que estão querendo acabar com o amor?

Mas quem poderá acabar com o amor se nascemos conhecendo o amor, se nossa essência é feita de amor, se aprendemos a amar desde que reconhecemos a voz da mãe dentro da barriga. Quem deixará de amar pai, mãe, irmão, filho se já aprendemos isso muito antes de reduzirem nossa vida a uma câmera de celular e à falta do tato; o tato é um dos cinco sentidos e ele não existe à toa.

Precisamos nos cuidar, sim, mas também precisamos cuidar das pessoas que amamos, da nossa saúde física e mental. Muita coisa está acontecendo, muitas relações acabando, muita ansiedade, incertezas e finalizações. Vamos dar importância daqui pra frente para o que queremos fazer pós-tudo isso. Certamente teremos que mudar muitos conceitos, ao invés de fazer aquilo que queremos talvez tenhamos que fazer o que será preciso, e isso quer dizer mudança.

Levanta a cabeça, respira fundo e vai, se permita ser feliz e entender que por pior que esteja agora devemos começar a trabalhar o amanhã, só assim nos fortalecemos e não adoecemos nossa saúde mental. Nada é por acaso, isso também não é, só precisamos de coragem e enxergar que logo ali a luz verde vai acender, e a passagem estará livre.

Quem te representa?

Quem nos representa nesse mundo cada vez mais egoísta, cada vez com maior disputa de poderes, pela sede de dinheiro e interesses particulares? Quem?

A que ponto a humanidade chegou, apenas preocupando-se com o que pode garantir para si alcançando o poder! Oras, se temos hierarquias é para que possamos ter diretrizes em nossa vida. Sem ela, não temos como chegar a lugar algum. Mas o que acontece hoje é que não temos ninguém trabalhando por nós, por um mundo melhor, por uma direção, condições básicas de sobrevivência. Necessitamos disso para criar nossos filhos, para um mundo onde tenha dignidade e respeito pelas pessoas.

Qual é nosso papel nessa sociedade, que só tende a piorar com tanta diversidade social, preconceitos e disputas de padrões, de bens materiais, mas nada de educação e respeito? Uma sociedade onde alunos (menores) agridem professores física e verbalmente, mas nada acontece, e continuam a fazer justamente por não terem represálias, sem limites. Uma sociedade que se divide entre o poder e a submissão, ricos e pobres, esquerda e direita. Qual desses escalões faz diferença em nossa vida quando o que todos precisam é de uma mesma Justiça, um ponto final em tudo o que vem acontecendo e afundando nosso País? Estamos todos no mesmo barco, ricos ou pobres necessitamos de dirigentes com capacidade para resolver as necessidades do povo, de toda uma nação, não apenas de um lado.

Quando poderemos sair de nossas casas com a certeza de que se for preciso terá Justiça para nos atender, que haverá segurança para nossos filhos e netos, que haverá pena para quem rouba e mata, para que mais nada seja banalizado e esquecido? Quando teremos controle do nosso dinheiro, de quanto gastamos para viver, sem ser surpreendido com aumentos abusivos que estamos pagando sem sequer ter aumento, pela farra de alguns? Quando? Dignidade não é um pedido, não é um bater panelas, é um direito do povo! Nossos jovens precisam da Educação para serem cidadãos conhecedores de seus direitos e capazes de fato de serem o futuro da nossa Nação. Hoje, eles recebem maus exemplos todos os dias, tipo não precisa estudar nem trabalhar para vencer. Basta estar do lado certo, seja lá qual for esse lado, desde que possa facilitar a vida deles, como tem facilitado a vida de centenas de políticos ou empresários que se lambuzam com o dinheiro que tiram do povo. Os maus exemplos surgem aos montes na imprensa e nas redes sociais, todos os dias. E se metem em tremendos bate-bocas de acusações e delações, sem filtros, para conseguir o que querem. Então, pensam nossos jovens, aqueles a quem está reservada a responsabilidade de fazer do Brasil um País melhor: estudar para quê? Se ensinam que a desonestidade rende mais. É o começo do fim

Hoje é o dia

Que dia é hoje? Dia de viver e ser feliz! Dia de levantar e agradecer pelo lindo dia que começa, e você terá muito o que fazer. Não tem problema se não trabalha, mas vive, anda, fala, respira, vê, sente, abraça. São tantas as coisas que fazemos além de trabalhar. Passamos um dia inteiro com tantos afazeres que nem percebemos quantas coisas importantes nos comprometemos. Um simples abraço faz diferença, e quantos pontos se alcançou fazendo isso.

Você diz que ama alguém todos os dias? Quantas vezes falou coisas boas, ou só reclamou? Parou pra olhar o dia lindo que tá lá fora? Não, tá chovendo? Mas a chuva também tem sua beleza, afinal se não houvesse não teríamos a água, as plantações não dariam frutos.

Você trabalhou, se irritou, brigou com o chefe – mas que nada – parou pra almoçar, recebeu um telefonema legal, e lembrou que ainda nem abraçou ninguém.  Viu aquela pessoa na porta do restaurante que você pagou pra comer pedindo dinheiro, porque não tem o que comer. Você sabe que dia é hoje? É mais um dia pra viver

Transcender para não enlouquecer

Já diziam nossos antepassados: “Quando não souber o que dizer, não diga nada”. Pois é isso que devemos fazer agora, deixe os especialistas opinarem, afinal estudaram e dominam o assunto porque estudaram, certo? Não atrapalhe o desenvolvimento, opinião não é tese, achismo não é certeza.

É preciso muito equilíbrio mental e uma pitada de sangue frio para ouvir tanta bobagem jogada ao vento, mas em nome da sanidade e preservação da sua natureza; certamente não foi essa loucura na qual estamos inseridos. Fiquemos na nossa paz interior, apenas no observatório.

Não, não estou falando para ser alienado nem tampouco ser espectador da tragédia humana. As células precisam se movimentar para viver, mas para isso precisamos fazer nossa parte sem colocar nosso corpo na berlinda da loucura, do movimento unilateral, da insensatez, do descaso, do egoísmo. É preciso do equilíbrio e da mudança.

Transcender para uma vida melhor e mais segura, sair da zona de conforto onde tudo parece muito bom, mas na verdade rouba uma parte sua importante, que é lutar pelo seu lugar no mundo, e isso não tem nada a ver com posição nem status, mas com o seu verdadeiro Eu, quem você é de verdade.

Quando se consegue olhar para dentro e sem medo de identificar a sua essência; e olha que tem coisa que não será fácil encarar, te dará a oportunidade de um salto que talvez nunca tenha acreditado que poderia dar, mas como o seu tempo estava tomado para só olhar para fora não conseguia descobrir o quanto mais era capaz.

Ninguém quer ficar louco e muito menos despencar ladeira abaixo por lutar por ideias ou ideais que nem sabe se serão bons para você ou não. Então reserve um tempo e faça esse mimo por você. Descubra lá no fundo o que mais deseja, o que te faz feliz, o que perdeu no caminho da vida. Recupere, corra atrás, volte a ser aquela pessoa que está adormecida, ela ainda está aí, basta chamar com o coração, com a intenção, e seja feliz como era antes. A vida dá a chance de mudar se quiser, mas se não quiser tudo bem também, no final a escolha é sempre sua.

Saia da caixinha

Fazemos as coisas tão no automático que não percebemos que repetimos inúmeras vezes os mesmos erros. Desde que damos o primeiro suspiro começamos a aprender o que nossos pais ensinam; isso foi o que eles aprenderam, mas sem querer levamos para frente esses ensinamentos como se não houvesse outra forma, outra verdade.

Acontece que podemos mudar o foco no que nossa família nos mostra, devemos ter nossa própria verdade, mesmo que não seja a mais correta, mas você não precisa seguir aquilo que não quer.

É difícil pensar que nem tudo o que o outro fez vai dar certo pra você também, mesmo que esse outro seja seu pai. Muitas pessoas seguem os mesmos passos por medo de errar. Quem disse que o certo é só do outro? Por exemplo, ninguém precisa seguir a mesma profissão, agir da mesma forma ou ainda, pensar igual.

Somos seres únicos, cada um com seu ideal, com sonhos diferentes e devemos acreditar mais em nós mesmos, pois quem não confia em si não pode andar sozinho. Mas oras, eu sou único e não preciso ficar preso a um ideal ou me prender a crenças da minha família.

É aí que se deve analisar e parar, deixar de repetir as mesmas coisas que não te realizam e não são o que espera. Saia da caixinha, faça diferente, mude seu modo de ser, aprenda a ser você mesmo e não quem as pessoas querem que você seja. Arrisque na mudança, pode ser isso que a vida espera de você pacientemente, mas o medo de mudar te paralisa.

Pense mais em você, acostume-se a fazer essa pergunta: ‘O que eu quero é isso mesmo’? Se a resposta for ‘Não’, caia fora, isso vai se tornar uma bola de neve, e um dia vai olhar pra trás e verá que remou sempre na direção errada, e não é isso o que você veio fazer aqui. Errar não é humano, acertar é, mas para isso tem que ter suas próprias escolhas.

O Mundo está cinza

Hoje eu queria escrever sobre a vida com um olhar de plenitude, da coisa mais linda que é viver. Mas não posso. Esta semana começou com um tiro a queima roupa em um amigo de longa data por um motivo banal, por um ser que deseja a razão a qualquer preço. Hoje ter razão vale mais do que uma vida.

Não estamos vivenciando um mundo pleno, com pessoas boas e humanas, com amor e compaixão, ouvindo e compreendendo a outra fala; se colocando no lugar do outro. Entendendo que ninguém aqui é o centro do Universo, que somos apenas mais um nesse mundo imenso de pessoas imperfeitas querendo ser perfeitas, pessoas soberbas querendo ser melhores do que as outras, poderosos com uma arma na mão, mas que não passam de covardes; sem aquilo é mais frágil do que uma mosca.

O que é a vida sem a empatia, sem o respeito, sem a ganância da superioridade? Do que vale uma arma na mão se não é capaz de enfrentar a própria insanidade de achar que pode mais do que Deus? Do que vale esse mundo sujo de sangue e ratos saindo do esgoto?

Não é isso o que quero ver, e com certeza nem você. Estamos vivenciando, sim, uma guerra escura entre todos os humanos envolvidos nesse momento. Parece que o mundo ficou dividido, são dois lados, e os dois têm razão. Uns querendo acabar com os outros, e dos dois lados se defendem como animais.

Que triste saber que evoluímos! Se evoluir era isso, eu preferia ter ficado sem. Realmente tudo se inverteu. Os humanos estão voltando á Era primitiva. Que realidade absurda!

Espero que em pouco tempo possamos ter um mundo bonito e com pessoas do bem para viver; sem medo do que o outro pode fazer se você por acaso não concordar com ele, sem a competição e com mais amizade e carinho, poder partilhar suas alegrias sem ser drenado pela inveja.

Que o tempo passe rápido, que as transformações aconteçam logo, e que as ‘besteiras’ sejam extintas desse mundo cinza. Que volte a ter cor!!

Como está seu humor nesta quarentena?

Tem quem esteja a ponto de se jogar da janela, outros já se jogaram, e outros ainda estão pensando. Por que isso acontece? Os motivos são muitos, não suporta ficar em casa, não aguenta o marido ou a mulher o tempo todo, os filhos dão muito trabalho, trabalhar em casa não dá, o dinheiro está acabando ou ainda foi mandado embora. Ufa, quanta coisa, mas será que tudo não tem solução?

Primeiro. Relacionamentos sempre são um desafio mesmo, não sei como casamento dá certo, são tantos os defeitos que um encontra no outro que as qualidades dos tempos de namoro simplesmente desaparecem. Imagina conviver todos os dias, vinte e quatro horas por dia! Que tal se reaproximar um pouco mais, conversar; coisa que não fazem, namorar! Há quanto tempo não fazem isso? Desse jeito os dias ficam intermináveis e ruins, é preciso aprender a mudar, até mesmo consertar o que ficou quebrado.

Com os filhos é a mesma coisa. Falta paciência e perdeu-se o costume de convívio com os próprios filhos, o que hoje é um grande problema. Muitas famílias chegam a passar o dia todo longe dos filhos, fim de semana é fora de casa, e como fica agora? Brinca com seus filhos, canta, dança, lê um livro, assiste TV, não jogue eles na frente do vídeogame pra ficarem quietos, assim a distância continua a mesma, e um dia, sinto em dizer, vai sentir saudades e se arrepender em não ter vivido mais de perto. Aproveite agora e se aproxime, deixe boas lembranças, objetos passam, são esquecidos, sentimentos de amor, não. Estes ficam para sempre.

Agora, se você perdeu seu trabalho tente fazer alguma coisa que goste, algo que deixou para trás, pode ser um talento que nem sabia que tinha. Aproveite estes dias, não gaste sua energia com reclamação, com negatividades, brigas, nada disso precisa agora. Pratique a felicidade, a paz. Tudo passa, e isso também passará, se todos colaborarem e entenderem que é para o bem de todos tudo ficará mais fácil. Os maus sentimentos só atrapalham, por isso ocorrem brigas, aparece o tédio, tudo o que não precisa existir numa família. Cuide da sua.

Você é responsável ou culpado?

Existe uma grande diferença entre essas duas situações, pois culpado é palavra que carrega um peso grande, sentimos mal-estar, uma espécie de impotência de ter causado aquela situação. Já a responsabilidade parece ser mais fácil aceitar; quando se diz ‘fui responsável por isso’ dá a falsa impressão de que não se carregava um peso, mas uma ação infeliz na qual facilmente se coloca no lugar do outro e diz, ‘sinto muito’, mas sem sentir um mal-estar. Já pedir desculpa é pedir para tirar a sua culpa, e isso é pesado.

Quantas são as situações que acabam mal por uma atitude impensada? Nem sempre as coisas acontecem porque foi planejado, existe, mas não é regra. Às vezes uma teimosia, um conselho ou uma visão distorcida pode levar ao abismo da culpa.

Por exemplo: é comum ver alguém dizer ‘não me sinto responsável por isso’ sem nenhum peso, mas ao dizer ‘não me sinto culpado’ até mesmo a expressão da pessoa muda completamente. Há muita diferença na palavra e na sensação que a palavra causa. Assim como as palavras têm força quando se diz algo não muito bacana, como ‘não consigo isso’, está afirmando que não consegue mesmo. Isso serve para qualquer outra palavra, como culpa e responsabilidade.

Da próxima vez que se sentir culpado avalie se realmente teve culpa ou foi responsável por aquilo. Não carregue com você o peso de uma palavra, aprenda a diferenciar e entender o real sentido daquilo que se fala ou do que se faz. Há diferenças que podem aliviar e outras que também podem te colocar no juízo dos seus atos. Por isso pense, tudo começa no pensamento.

Conversa de louco

Tem dias que passam coisas estranhas pelo pensamento, um pouco de filosofia junto com loucura. Mas filosofia é coisa de louco. Não, não é coisa de louco, louco é quem não pensa e vai na onda de loucos que nada sabem. Você já pensou hoje? Não falo em pensamentos normais, mas em pensamentos que fazem a cabeça pirar de tanto pensar.

Se um dia soubermos o quanto nossos pensamentos nos atormentam e quanto nos influenciam em atitudes erradas, deixaríamos de pensar um pouco e usaríamos mais a calma, a serenidade e o óbvio, que chegaríamos sem dúvida alguma na razão.

Que razão? A verdade, o certo, o melhor a fazer; enfim, tudo o que não se faz quando se deixa ser conduzido pelos pensamentos confusos, raivosos e insensatos, que levam ao abismo. Se antes de responder rispidamente a uma pessoa se acalmar e pensar na consequência que aquilo pode levar, certamente haveria muito menos discussões e até brigas do que existe normalmente.

Quando eu me conhecer, me reconhecer (re-trazer a mente de novo), ou seja, voltar a se conhecer, traz de volta o EU perdido no tempo, aquele que você permitiu que corrompesse a sua vida. Então não devo mais pensar? Como assim? Deve sim, mas com sabedoria, sem deixar que a vida contamine quem você é de verdade, sem permitir jogar com as pessoas, sem permitir a competição “Quem é melhor, quem ganha”. Ninguém ganha nada, só perde nesse abate de poder e conquistas.

Vamos nos permitir ser um pouco loucos, mas uma loucura saudável pra mim e pra você, uma loucura que não prejudique o outro, uma loucura que me faça descobrir que eu sou eu e você é você, simples assim. Uma loucura, que estou pensando loucuras para o meu bem-estar, para mim.

“Penso, logo sei”. Não, não sabe, só pensar não te faz o rei da sabedoria, mesmo porque sabedoria se adquire experenciando e não pensando, mas vivendo, aprendendo, dia após dia, caindo e levantando ( tem que cair, mas ao levantar tem que aprender, senão será um cai e levanta e não aprende nada).

Sejamos lúcidos, mas sábios. Sejamos loucos, mas com sabedoria. Não subestime as pessoas, pode até parecer louco, mas pode ser um louco que pensa com sabedoria, enquanto você é um louco que pensa como louco e pode morrer louco.