Arquivo da tag: #fimdomundo

O mundo está sujo de pensamentos e atitudes pelo poder

Já faz um tempo que escrevi uma crônica com o título “O mundo está imundo”, publicada em 31 de março de 2022. Após quatro anos, vejo que não tem uma palavra que defina o que estamos vivendo. O adoecimento mental já é um problema global, por todo o Planeta Terra há pessoas ruins, comandando o caos mundial, assim como foi previsto.

O mundo não acabaria, desapareceria do planeta no ano 2000, mas acabaria o limite, a alegria, a civilização mundial, e seriam pessoas que se tornariam deuses sem que os povos pudessem fazer nada. Acabou o sossego e, com ele, toda a maravilha que a natureza nos proporciona; tudo em nome do poder.

Enquanto o mundo está pegando fogo, na forma literal de falar, tem quem defenda culpados sem sequer pensar nas consequências de todo esse caos que a população mundial está vivendo. O que importa é apenas colocar a sua vontade na frente de tudo, enquanto pessoas morrem mundo afora por brigas de espaços e riquezas que não pertencem a ninguém.

Quem passou dos cinquenta anos e viveu a era da informação necessária, que criança era criança, que família era o alicerce de tudo, que a simplicidade e o ser valiam muito mais do que ter. Fazer piquenique, deitar-se na rede, jogar peteca, brincar na rua, assistir à discoteca nascer, as músicas imortais, os valores e a felicidade, sabe muito bem do que estou falando.

Tenho pena das crianças e jovens de hoje que vivem nesse mundo sujo, que convivem com pessoas despreparadas emocionalmente e querem mandar sem saber fazer. Nas escolas, no trabalho, na rua. O que será deles se esse povo não parar de proteger quem só pensa em si, menos no povo? Não esqueça, somos espelho para as novas gerações, e o que está refletindo é péssimo, nocivo e sem qualidade nenhuma para ser exemplo. Serão seus netos que sofrerão com as consequências das atitudes erradas de hoje.

Tenho saudades de mim, que não posso mais ser igual. Das pessoas que conheci e já se foram, do mundo que tinha problemas, mas não éramos pegos por golpes maldosos de vagabundos que querem roubar, mas não querem ter o título de bandido. O único líder que precisamos no mundo é Deus, e se você não acredita, não tem problema, cada um vive o que merece, acreditando ou não. Não ficaremos para sempre, nem mesmo quem não acredita em nada e acha que está sozinho, um dia vai embora. E assim acaba o mundo para cada um, no ano e na hora certa, não tem data nem milênio. A finitude prevista era toda essa destruição que estamos presenciando; alguns aplaudem, mas nem todos fecham os olhos para a realidade. Portanto, é nosso dever mudar nossas atitudes, até pensamentos, para um mundo melhor nascer das cinzas.

Estamos próximos do fim?

Faz sol, faz frio, chove, faz um calor de 40° insuportável para o que estamos habituados e, de repente cai para 12°. O que está acontecendo com o mundo? O que está acontecendo com a natureza? Há quanto tempo está se mexendo com a natureza? As queimadas para desmatar a terra, dando lugar para o agronegócio, e para práticas ilegais, como a extração de madeira e garimpos. O homem estragou tudo, por dinheiro.

Sempre o dinheiro, a maior devastação que poderia ter acontecido. Teria sido tudo muito mais fácil se não houvesse esse culto pelo poder e pelo ter. Já sabemos que não vamos virar semente aqui, a passagem é curta, mas tem que ser muito bem aproveitada, daqui não se leva nada, apenas a sabedoria ou a ignorância.

A prepotência, arrogância e os mimimis que cansamos de ouvir e ver simplesmente não servem para nada. No momento dos desastres naturais não tem privilegiados, pode inundar a casa do pobre, mas também pode devastar a mansão na costa mais alta; para a natureza não tem limites. Então, porque achar que o dinheiro ou posição fazem toda a diferença, se na hora H somos todos iguais?

As geleiras estão derretendo mais rápido do que deveria, os terremotos estão aparecendo em outros países, assim como furacões e ciclones, que agora o brasileiro também está conhecendo, o Sul e Sudeste do país viram de perto o que é isso. Não temos mais as quatro estações, estamos num barco sem segurança e não sabemos para onde estamos indo.

 A guerra não está apenas na Rússia e Ucrânia, e agora em Israel, está em todo o mundo, cada um com sua guerra particular, suas incapacidades de resolver os problemas que as sociedades arrumaram, mas agora não conseguem mudar. Por quê? O básico da educação mudou, hoje temos crianças e jovens que decidem o que querem e como querem, sabem tudo, muito mais do que pai, mãe, professor. Os adultos também mudaram, falam o que pensam sem sequer preocuparem-se com o outro, simplesmente falam. Competem, invejam e desfazem. É, o dinheiro vale mais do que amor.

O mundo está chegando ao fim? Estava tudo previsto, mas não fazíamos ideia que seria assim, com tantas catástrofes, uns matando os outros, filhos matando pais, e pais matando os filhos. Depressão, ansiedade, maldade, ódio. Será que esse fim terá pedidos de redenção? O que será de tudo isso se o Homem não mudar? Se o preconceito não acabar? Se a violência continuar? Seremos engolidos pelas águas, pelo vento, pelo sol escaldante? Tudo terminará em fogo? Será que teremos tempo para a redenção, ou não?

A natureza não perdoa, está tomando tudo de volta e varrendo o que precisa ir. Em cada canto do nosso país está acontecendo uma catástrofe diferente. No Norte, na região do Amazonas, é o ar, estão respirando terra; no Sudeste, Rio de Janeiro é o mar mandando todo mundo embora da praia e chegando até a rua; em São Paulo, ventos de 150 km. No Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina foram as chuvas; no Centro-oeste, o calor perigoso, e, no Nordeste, chuvas intensas.

O que mais precisa acontecer? Será que está tudo dentro do normal? Não, é preciso parar, é preciso respeitar a natureza, é preciso viver, é preciso saber viver (Titãs).

A fúria da natureza

‘Acaba a guerra entre as nações’, ‘As geleiras voltam a se formar, e as temperaturas estabilizam novamente’, ‘Diminui assaltos e homicídios’

Quem não queria ouvir ou ler essas notícias? Voltar à vida tranquila com os ponteiros andando no tempo certo, nos programarmos para um inverno e verão de verdade, a liberdade! Ainda não, são apenas sonhos de que um dia voltemos a viver.

O que está por trás de toda essa desordem? O ser humano. Aquele que destrói por dinheiro, a ganância de sempre querer mais. O dinheiro está à frente de tudo, levar vantagem, não precisa de esforço, apenas desfrutar sem pensar que existe um mundo todo sendo prejudicado e, pior, levando a humanidade ao caos.

O mundo está enfrentando a fúria da natureza, temperaturas elevadíssimas matando pessoas e animais. Enchentes, tornados, terremotos, incêndios, guerras, fome, pessoas fugindo de um lado para outro. Não tem privilegiados, estão em toda parte.

No sul do nosso país o desastre arrebatador de cidades agrícolas que perderam tudo, nem comida e nem remédio tinham. Como parar tudo isso? A solução seria uma humanização de todos os seres terrestres, juntarem-se para um bem comum, conscientização. Será uma tarefa impossível. O que podemos esperar então? Do homem, mais nada.

Estamos sendo testemunhas de uma tragédia mundial, não temos a quem recorrer, estamos à deriva e às margens de um perigo sem fim. Os avanços que deveriam ser para o progresso, só serviram para mexer com a mente de alguns superpoderosos, para dominar mentes fracas, pessoas capazes de fazer qualquer coisa para o bem próprio, até matar. A maldade prevalece, nada é para o bem comum. Será que o mundo vai acabar?

Não, jamais o mundo acabará, a força da natureza já nos mostra isso, o que vai acabar é o ser humano, que deveria seguir sua vida sem explorações de qualquer tipo, mas resolveu mexer, derrubar, visando lucros. Se acham donos de um chão, de um pedaço de terra, mas de quem é realmente tudo isso? De ninguém, haja visto que, quando se tem herança, quase todos brigam pelo bem material, o dono não levou, e quem fica quer ser dono. E assim sucede a vida há séculos.

Qual será o desfecho de tudo isso? Disseram que o mundo acabaria em fogo, estamos realmente no meio do fogo, da floresta, dos incêndios naturais, do sol fervendo e derretendo as geleiras; no Havaí até fugiram pelo mar, que ainda tem. Doenças vindas pelo calor intenso, será que é o fim? É o fim se aproximando, mas o fim do que não serve mais. Estamos colocados à prova. Quem é que manda?