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É carnaval. Quatro dias de alegria para o brasileiro.

O Brasil sempre foi conhecido pelo nosso carnaval, pela alegria do povo, a beleza das cores, o espetáculo jamais visto, mas os próprios brasileiros colocaram seu país e sua cultura no chão, mas tem muito gringo que prefere o calor daqui, do que o gelo de lá. Sabem viver o que temos de melhor, a essência e a euforia que o samba traz para o carnaval. O país tropical abençoado por Deus.

O carnaval bate à porta, e não adianta mostrar o carnaval fora do Brasil, pode não ter nascido no Brasil, mas é brasileiro. Em qual lugar do mundo sabem fazer o batuque das baterias de escola de samba? O gingado, a alegria que para o país?

Haverá quem fale: “Nem todo brasileiro gosta de samba, ou é exibição. Está tudo bem, mas tem quem goste e espera o ano todo por este dia, e é nossa cultura que deve ser respeitada. Não falo isso só porque gosto, mas o desrespeito com os gostos e opiniões é desnecessário. Fui criada numa família completamente musical; em breve saberão melhor desta história. Aprendi a ouvir e gostar de todos os ritmos com muita festa e alegria, e não vejo nada de ruim em gostar de carnaval.

Hoje as brincadeiras e marchinhas estão proibidas por conta do preconceito abusivo que insistem em pregar, mas antes era brincadeira e ninguém se incomodava. Confete, serpentina, bisnaguinha de água eram coisas de carnaval, verão no Brasil. Era gostoso, leve, divertido. Após 1999, tudo mudou e se transformou no milênio das punições, da baixaria, acabaram com a alegria que o brasileiro sempre teve, tudo se tornou sério demais. Quem viveu sabe o que foi, mas quem não viveu, jamais saberá.

O carnaval de rua das cidades pequenas acabou, ‘economia de gastos’, mas as estradas aumentam os pedágios justamente quando chega o verão, mais gasto para a população que não quer ficar na cidade sem ter aonde ir. Irônico. Hoje tem os bloquinhos que fazem a diversão para quem gosta, mas a dor de cabeça pela falta de segurança e organização. Entra ano, sai ano, a segurança continua a mesma, zero. Será que é a ‘economia de gastos’?