Todos os posts de asletrasdavida

A autora Maristela Prado, formada em Letras, revisora de textos, biógrafa, crítica literária, casada, dois filhos adultos. Meu sonho era ser jornalista mas o destino mudou meus planos e, para não ficar longe da escrita, fui cursar a Faculdade de Letras. Mas a vida me trouxe um marido jornalista e hoje também uma filha jornalista. Para mim a escrita sempre foi a maneira mais marcante da comunicação, é através dela que conseguimos transmitir mensagens capazes de eternizar um fato ou sentimento. As letras me fascinam.

Falta de argumentos gera agressão

Sabe aquela pessoa que quando não concorda com você te humilha, coloca o seu ponto fraco em destaque? Essa pessoa não tem argumentos para defender sua opinião, não tem conhecimento do assunto, ou ainda é um papagaio virtual; conclusão: Agride por não saber o que falar.

Está em alta este tipo de comportamento, que não escolhe cor, sexo, patamar social nem bens materiais. Não precisa de nenhuma das alternativas acima, basta não ter conhecimento e respeito pela opinião alheia.

Por que é tão difícil o respeito? É claro que ninguém precisa concordar com a opinião do outro, mas faz parte da educação se calar ou não rebater. Não gostou? Passa batido, guarde pra você, o mundo não gira em torno do seu umbigo, ninguém é mais importante, mesmo porque a importância não vem do que se conquista, isso é problema seu, cada um tem a sua missão e até que provem o contrário, ninguém veio pra essa vida com a missão de ser melhor do que ninguém.

Se fôssemos superiores certamente não estaríamos aqui para aprender, seríamos seres evoluídos para ensinar, mas não somos. Precisamos uns dos outros, precisamos aprender todos os dias, esta escola Terra não tem fim, somos aprendizes da vida.

Portanto, lembre-se: Quando vir alguma coisa que não combina com o seu ponto de vista e isso te causar raiva, vire a página, é muito melhor uma consciência e um coração em paz do que uma mente atormentada e dominada pelo mal que só afeta a você mesmo.

Escolhas

Para tudo na vida existe uma escolha, ninguém anda por dois ou mais caminhos ao mesmo tempo; ou é um, ou é outro. Quando tem a escolha tem a abdicação, não se leva tudo, não se tem tudo, não se pode tudo, a condição de todos é uma só, a escolha.

No emprego, no parceiro, no caminho. Andamos sempre sem ter a certeza de que aquela tenha sido a melhor decisão, nada é certo a não ser o que te move com vontade, com garra – o sonho tem que ser batalhado, trabalhado e, principalmente, acreditar que vai dar certo. A batalha é dura, os caminhos são difíceis, tem muros pra quebrar, pedras pra tirar, mas o momento certo tá ali te esperando chegar, depois de ter aprendido a duras lições que não seria fácil, mas com sua perseverança e confiança chegou pronto para o maior desafio da sua vida.

Pode parecer que nunca vai chegar, no meio do caminho você até vai pensar em desistir, achar que não vai conseguir, mas é aí que a vida te mostra que só vence quem quer realmente, quem está disposto a passar por tudo, que não serão desafios ou portas fechadas que te enfraquecerão. Mostre pra vida que você é capaz, sim, que lá atrás abdicou de outras coisas pra ser feliz naquilo que o seu sonho te levou.

Sempre haverá quem vai te desiludir, falar que não vai dar certo, ou pra você desistir, mas o sonho é seu e quem tem que ser feliz é você. Uma coisa é certa, a sua felicidade é hoje, é agora, não daqui a alguns anos. A felicidade está no presente e, se não estiver feliz agora, não será nunca.

Aprenda que tudo o que tem nas mãos é para sua felicidade, se souber agradecer por tudo o que chega, vai compreender que é ferramenta para escrever a sua história, não haverá um único dia que não se sentirá feliz. Todos temos os meios para viver e realizar nossos sonhos, só falta entender que tudo depende de nós, e que é preciso focar em você, acreditar que você pode, dar mais atenção a si e seguir o seu caminho sem olhar para os lados.

Nascemos sozinhos e morremos sozinhos, no meio temos pessoas que nos agregam e outras que só passam para deixar um recado, mas o caminho todo é você com você mesmo. Então siga focado em você, aprenda a agradecer mais a tudo, e pare de reclamar. Não se esqueça, o caminho é seu e só você poderá mudar, mas para isso escolha; reclamar ou agradecer, desistir ou continuar, ser feliz hoje ou esperar o que o futuro te entregará

EU explico

Eu explico: Meus direitos estão acima dos meus deveres. Não posso trabalhar hoje porque estou com dor de cabeça, diarreia, cansado, preguiça mesmo. Mas eu explico: Como vou conseguir fazer meus deveres se estou mal? Não vou desempenhar bem meu papel, logo preciso me afastar. Mas claro, se a noite tiver um compromisso já estarei melhor; só não sei se amanhã estarei para trabalhar.

Os deveres estão pra lá de segundo plano, não é necessariamente só no trabalho, nas ruas, nas redes sociais é muito normal, está inundado de direitos, mas os deveres…. Ser educado, respeitar, ser gentil, ser ouvinte sem revidar, pensar antes de falar, está tão escasso que parece que isso sumiu das regras de etiqueta de convivência. Eu, está cada vez mais explicável, mas inexplicável nas atitudes. Na fala até que é bonitinho, mas nas atitudes só egocentrismo, uma repetição sem fim.

Está cansando ouvir sempre as frases prontas repetidas pelos mesmos grupos de pensamento igual, como se tudo fosse assim, grupo 1 e grupo 2. Se somos todos diferentes, se não existe ninguém igual a você, por que precisamos seguir a ideologia dos outros? Cada um tem sua vida, seguindo caminhos diferentes, então podemos ter opinião própria, direito e deveres também.

O egocentrismo tomou a mente, arrancou o coração, a amizade verdadeira, as conversas de verdade, a união e a compreensão, tudo foi para para o ralo. Cada um pensa em si, no bem-estar, no que lhe convém. A luta travada é tão cruel que se espalhou de uma forma que temos que separar as pessoas por ideologia política, religião e time de futebol. Não esperava chegar no século XXI com tanto retrocesso. Acho que realmente o mundo vai voltar à era do homo sapiens para começar tudo de novo.

Aonde vai chegar?

Uma história de vida tem princípio, meio e fim. Nesse contexto muito tem a se contar, coisas boas e outras não tão boas assim, mas a certeza que temos é que todas as vidas têm que haver respeito, principalmente no fim. Sabemos que todos nós temos prazo para permanecer aqui, mas não precisamos ser um a menos no número da população, ou um número a mais de mortos, podemos ser respeitados; quem decide quando e como morreremos não somos nós nem ninguém, não somos descartáveis, somos humanos.

Estamos vivendo tempos tenebrosos, conturbados, de medo e incertezas. Muitas opiniões, pouca contribuição. Muita informação desencontrada; uns falam A, outros Z, e assim não há uma definição real de nada. Vivemos com medo da estatística sem saber se seremos a próxima vítima. Todos os dias somos bombardeados por números, mas sem solução.

Queremos boas notícias, mas a qualquer momento nos deparamos com mais e mais números, medidas tomadas e desfeitas, uma verdadeira confusão se formou. Cada um está levando da maneira que pode, que dá. Um momento de extrema tensão, ou você decide como vai fazer ou não haverá mais solução.

É triste saber que nosso país se tornou o segundo pior na estatística dessa pandemia, sem controle e sem seriedade. Enquanto o resto do mundo vai voltando ao normal, estamos voltando no meio do maior descontrole já visto, graças a tanta desinformação e opiniões de tantos entendidos de nada. Seremos a piada do futuro. Ou melhor, já somo no presente.

Existe luz no fim do túnel

Quando entramos num período conturbado logo aparece o medo e a incerteza, parece que tudo o que acontece é o fim, não tem saída. Mas para tudo na vida há saída, mesmo que essa saída seja aceitar aquilo que não se pode mudar. Nem sobretudo temos controle, nem sempre estamos no caminho certo ou temos as melhores escolhas, às vezes aquilo no qual você está tão determinado não é pra você, não faz parte da sua vida. Escolhas tem que vir da alma, seja profissional, sentimental, familiar, o que for, não é olhar para o vizinho e querer que seja igual. Podemos admirar algo, mas não copiar, as cópias não são do seu desempenho, não têm raiz.

Sobre outras coisas, como doença, não temos o controle para desacelerar ou impedir que aconteça, mas temos o controle das nossas emoções, que podemos e devemos estar atentos. Uma doença quase sempre nasce da sua alma: angústia, palavras não ditas e tristezas sempre acabam por adoecer o seu corpo, mas podemos mudar isso controlando nossas emoções, falando, mudando os pensamentos, ocupando o seu tempo, esse o maior inimigo das emoções. Mas, quando se tem, existe um abismo capaz de te engolir e fazer com que crie fatos que talvez nem existam, mas o seu pensamento é poderoso e cria, e essa criação torna-se energia, que torna-se vibração, e acaba no seu corpo.

Mas e a luz no fim do túnel? Ela está lá, só esperando que você enxergue e tome o seu caminho, com pensamentos positivos, com a gratidão; que te faz enxergar a vida com outros olhos, te faz entender que você tem tudo o que precisa, que tem a vida, a inteligência, o trabalho e a capacidade de entender que tudo é possível, desde que saiba encontrar o seu caminho. Tudo tem solução, tudo acaba, tudo se modifica o tempo o todo, inclusive nós.

A vida é uma gangorra, pra cima e pra baixo, para que possamos aprender os dois lados, para quando olhar pra trás enxergar todas as mudanças que já teve e nem percebeu. Quando olhar dos lados, ver que aquilo que você reclama tem gente que nem tem, e quando olhar pra frente verá o quanto ainda tem a aprender para continuar a caminhar. A luz continua lá, é só confiar, esperar e entender. Uma hora vai chegar e encontrar a saída, porque ela existe e está lá o tempo todo te esperando

O que a quarentena fez com você?

No começo víamos muita gente se exercitando em casa, fazendo lives com a família, levando numa boa, mas agora, passados quatro meses, isso praticamente acabou. Primeiro porque ninguém aguenta mais essa rotina sedentária; segundo porque a brincadeira teve tempo curto. Quem aguentaria fazer tudo o que estava acostumado em casa? Não é a mesma coisa, começando pelo compromisso, pois em casa, pressa para quê?

Acabou que agora é só comida postada, pessoas acima do peso; se não tem o que fazer, faz o quê? Come. Fora a falta de convivência com as pessoas, sair e ver a rua, conversar ao vivo, abraçar, se distrair, jogar conversa fora com os amigos depois do expediente, almoçar ou jantar fora, treinar um esporte de sua preferência, ir e vir, liberdade! Perdemos abruptamente.


A psiquê abalou muito, o medo e a incerteza de tudo mexeram profundamente com muita gente. Hoje começamos a sair, mas não temos a certeza de que devemos ou não. A convivência familiar começa a pesar, os sentimentos à flor da pele. Isso tudo abalou completamente a vida de todos, a saúde física e mental, a liberdade e a decisão.

Agora devemos cuidar da nossa saúde, da nossa liberdade controlada; de de ir e vir e de falar, do nosso trabalho, dos nossos filhos, da nossa vida, do nosso futuro.

Feminino e masculino

Todos temos os lados feminino e masculino, dois polos de equilíbrio. Um deles pode estar desalinhado e causa um desajuste.

Quando falamos de movimento feminista lembramos da luta da mulher por seus direitos, mas em alguns momentos vemos uma luta contra os homens. Se todos temos os dois lados, por qual motivo tenho raiva do outro? Simples, quando, no caso, a mulher tem algum trauma com o masculino isso cresce dentro dela, pode começar na infância, com o pai ou qualquer figura masculina.

É preciso curar o masculino para que haja esse equilíbrio. Quando se trata desse assunto com raiva é o seu íntimo que tem raiva, e não a luta pelos direitos, pois se temos os dois lados, usamos em alguns momentos o lado oposto. A mulher usa na força, nos momentos de posição da vida, como por exemplo: a mulher que precisa exercer a mãe e o pai ao mesmo tempo, está usando os dois polos.

O mesmo acontece com o homem quando usa o seu lado feminino, normalmente no afeto, na dedicação; e isso não significa que o homem que zela ou se dedica não seja homem. Ao contrário do que é imposto como crença desde que nascemos, não existe cor que distinga o sexo, não existe ausência de sentimento, humano nasce com sentimento independentemente do sexo. Homem não chora? Mulher não trabalha?

O fato é que precisa ser curado tanto o feminino como o masculino, as crenças que nos ensinaram, o certo e o errado, pois a base de tudo ainda é o respeito, não o julgamento.

Em um futuro não tão distante aguardamos para que o humano se torne humano de verdade, exerça a compaixão, o respeito como forma de vida. Torne-se responsável por suas atitudes sem apontar culpados e, acima de tudo, demonstre sua capacidade de amar da maneira mais pura que seja, a si mesmo e ao próximo.

Trinta dias se passaram…

Depois de trinta dias em casa me sinto muito bem, não tenho a sensação de tédio, tristeza, raiva, medo ou qualquer sinal de que tudo está por ruir. Ao contrário de tudo isso, me sinto feliz, em plena consciência mental, em paz e acreditando que dias melhores estão por vir. Sabe por quê? Estou usando meus dias para trabalhar, criar, refletir e orar; tudo isso junto se transforma em equilíbrio, tanto emocional quanto espiritual, que é o que o momento pede.

Não perdi o foco para gastar minha energia com ódio, tampouco com sede de ter a razão, de demonstrar o fascínio de despejar minha frustração, medo e fraqueza diante de acontecimentos nos quais só vejo a vingança e a manipulação como o certo e seguro para viver. Sei que nada disso tem força e poder diante da paz de espírito dentro de cada um de nós; só não encontra essa paz quem está ocupado em espalhar o ódio, não tem tempo para entender que só o amor é que cura.


Imagino como deve ser difícil viver dentro de um turbilhão de pensamentos maldosos, sentimentos maléficos apenas para ter razão. É tão pequeno isso, a vida é tão linda, só está nos pedindo para mudar a direção do ódio para o amor; mas o quanto isso é difícil para quem treina o lado oposto para viver. Não estou e nem tenho a pretensão de me mostrar melhor do que ninguém, só quero mostrar que é possível usar esse tempo, que tanto reclamam, para olhar pro seu íntimo e reconhecer que aquela pessoa que você foi um dia se perdeu no caminho, deixou de existir para muitas pessoas, e sabe por quê? Não, você não sabe, você sequer percebeu que aquela pessoa se desprendeu de você, mas seguiu e foi por um caminho que até pode ter dado aquilo que se esperava, mas perdeu pessoas que deveriam estar aí, do seu lado sem nunca ter saído. Talvez porque naquele momento estava ocupado em olhar pro seu umbigo, seguir a sua ambição, soberba, e aqueles deixaram de fazer falta.

Eu vi o quanto me perdi ao longo dos anos que se passaram, quantas coisas deixei de fazer e não percebi o quanto eu queria ter feito. Me redescobri, resgatei aquela que sou de verdade, dei mais tempo para mim, puxei o freio em coisas que eu dizia “não dá tempo” e hoje vejo que dá sim. Quantos abraços deixei de dar, quantos “eu acho” não teve resposta.

Essas coisas fazem parte da nossa vida, demonstração de sentimento não é feio, “ganhar” cinco minutinhos não vai te fazer falta, parar para prestar atenção em quem está falando também não. Esses trinta dias me mostraram que a família é tudo na vida, pai e mãe tem que ser honrados e respeitados, filhos são sim bênçãos de Deus, o trabalho é importante, mas a família é mais.

Um almoço, um abraço, um aperto de mão fazem muita falta. Nesses próximos dezoito dias não reclame, mude seu jeito de olhar a vida, a sua família. Não olhe para o céu só quando ele está rosa, laranja ou vermelho, olhe todos os dias, veja como a natureza está se regenerando sem o homem, que tanto mal fez ao nosso Planeta com sua ganância. Que o vírus veio mais para fazer parar para pensar do que para matar, que o responsável por tudo isso é o próprio humano, que está pagando pelos seus erros. Acredite mais em Deus, mesmo que seja ateu, não

Pelo bem da humanidade

Evolução moral, evolução espiritual. O mundo necessita de evolução, mudanças, olhar para dentro de si. Quantas pessoas estão se recusando a ficar em suas próprias casas, a conviver com sua família tanto deixada para depois. Depois eu falo, depois eu vou, depois vejo, depois… A rua é o refúgio para quem não quer aceitar a sua realidade, se conhecer, enxergar os erros, avaliar-se e gostar da sua própria companhia, é duro demais. Eu já estava exercitando o meu Eu há alguns meses, e nem imaginava que passaríamos por esse recuo em nossas vidas. Estou muito bem passando esta quarentena, sempre gostei de ficar comigo, e nesses últimos meses gostei mais ainda. 

Redescobri o que havia sido apagado da minha memória, quem eu sempre fui de verdade. Aquela criança apagada está ali esperando ser curada, retomar os sentimentos, perdoar quem nos ofendeu, enxergar a vida com olhos de criança. É, linda, vivemos com pessoas que amamos, e temos muitos momentos de felicidade. 

Quero que as pessoas também se redescubram, perdoem e entendam que podemos conviver todos em harmonia, com todas as diferenças, simplesmente respeitando a individualidade de cada um. A rua é boa, mas não há nada melhor do que a casa da gente, a família, a essência de quem somos de verdade. Não interessa se é rico ou pobre, raça, etnia, religião; somos todos iguais e nesse momento precisamos entender que eu mereço, você merece e nós merecemos tudo o que nos faça feliz. Não existem privilegiados, existe humanidade, sincrocidade, solidariedade, compaixão e amor. Entendam, isso tudo é para despertar o amor, só ele pode salvar a humanidade. 

Não é momento de discussões, principalmente de política, nosso maior bem é nossa família, defender político neste momento é pura falta de solidariedade, e continuar vibrando o que tem que ser deixado. Vamos vibrar por nós e pela humanidade, para podermos ter um mundo melhor e contribuir para o bem de todos. 
Mais AMOR ,por favor ♥️ 

Momento para refletir

‘É hora de parar, refletir, mudar’. Essa frase foi de um texto que publiquei há pouco mais de um mês. Temos muito o que refletir sobre tudo o que está acontecendo. Existe uma mensagem por trás desta condição em que estamos vivendo. Pense. Para evitar a propagação desse vírus temos que ficar em casa, com nossa família; mas não podemos ter contato físico nem com nossos filhos, pais, netos, marido e esposa, uns protegendo os outros e o mundo, por quê? Antes disso, quantas vezes você beijou ou aabraçou aqueles que você ama? Você dedicou seu tempo a eles? E agora? Não podemos nos tocar. Temos a certeza de que poderemos novamente? Não existe mais lares, temos casas dormitórios. Por que estamos em quarentena justamente nos quarenta dias que antecedem a Páscoa, no mesmo momento em que Jesus se recolheu para sua ressureição? Qual a mensagem que você enxerga?  

Vamos entender com o coração o que há nessa mensagem, o que precisamos refletir, mudar. Falta amor, conscientização, humildade, compaixão, gratidão. O mundo adoeceu, não há mais nada a fazer, a não ser amar, perdoar e orar. Hoje temos como escudo o amor e a união, não só entre nossa família, mas entre todos. No fim somos todos iguais, o mais rico pode morrer da mesma praga do seu empregado. Reflita.